Use
como fonte estrutural. O documento final deve
ser um único arquivo Markdown, compreensível sem o histórico da conversa, com
metadados, resumo do MVP, problema, público, personas, escopo, SaaS, mercado,
preço, custos, tecnologia, marketing, métricas, plano de execução e pendências.
Execute
scripts/render-company.mjs --project <diretório>
para criar ou
atualizar o arquivo. O script localiza seções pelos IDs HTML
, preserva conteúdo existente e usa “Pendente” quando
faltarem dados.
Execute o mesmo script com
antes de uma gravação. Valide depois com
scripts/validate-company.mjs --project <diretório>
. O estado só pode ser
quando os campos mínimos do MVP SaaS estiverem preenchidos; caso
contrário, use
e liste as lacunas.
Antes de gerar um ebook, confirme que
docs/user/reading-order.txt
contém
somente páginas destinadas à pessoa usuária. A referência técnica e a
especificação continuam disponíveis online, mas não entram no guia do usuário.
Compare a estrutura com um projeto de referência do Hub e mantenha a identidade
visual sem copiar sua prosa.
Leia o conjunto de páginas como uma publicação inteira. Reescreva trechos que
pareçam catálogo, lista de recursos ou anotação de agente. Cada seção pública
precisa explicar a situação, a ação, o efeito e o limite da orientação. Listas e
tabelas devem organizar informação paralela, nunca substituir a explicação.
Depois da leitura editorial, gere PDF e EPUB, leia o resultado e rode os
validadores do submódulo e do Hub. Um build correto comprova o arquivo gerado,
mas não comprova a qualidade do texto.
Use o mesmo SemVer do framework no PDF, no EPUB e no manifesto.
é a
fonte canônica e
é apenas um espelho conferido pelo build. Se
os valores divergirem, corrija a versão antes de gerar ou publicar os formatos.